HARAS SANTA RITA DA SERRA - BRASIL

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HARAS REGINA

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO

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HARAS FIGUEIRA DO LAGO - São Miguel, São Paulo

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HARAS SANTA MARIA DE ARARAS

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HARAS SANTA TEREZA DO BOM RETIRO

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HARAS NIJU

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA

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HARAS SANTA LUZIA DA ÁGUA BRANCA: VENCEDORES INTERNACIONAIS EM TRÊS CONTINENTES

albatroz bloodstock agency, Inc.

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albatrozusa@yahoo.com

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

PONTO CEGO: CAMINHOS A SER TOMADOS

Escrevi recentemente sobre o direcionamento que o criador argentino tomou, depois do sucesso do haras La Quebrada, principalmente em Palermo. A Argentina se preparou para voltar forte ao mercado norte-americano, sem perder sua posição entre o mercado de proprietários árabes e japoneses. Para isto abriu mão da stamina em pista gramática e criou em si uma velocidade e uma precocidade que nunca fora o forte de sua criação. O La Quebrada com Make Tracks e Solazo mudou a face do turfe argentino. Mas esta face, levou muitos anos para se materializar, e consubstanciados a partir dos anos 90, com muitas importações de reprodutores norte-americanos, mudou o perfil do cavalo argentino. Nçao quero tomar posição se está certo ou errada esta tomada de posição. Minha posi~
ao é de levantar o acontecido e cada um dos leitores tomará a decisão que mais lhe aprouver.

O Santa Maria de Araras, que pode ser considerado o mais importante haras de nossa fase contemporânea, hoje colhe os frutos de sua decisão. Sempre trouxe reprodutores norte-americanos e creio que não deve ter se arrependido. Mas na falta do capital de investimento em um bom cavalo de origem e pedigree norte-americano, o nacional confiável pode vir a sr a solução. Principalmente aquele que ganhou nos Estados Unidos na mais alta esfera. Por isto, eu tinha por Fluke, a percepção que poderia se tornar sucesso. Confiram o artigo que escrevi em Junho de 2011, quando Fluke ainda estava em campanha. Para mim, ele é o tipo de cavalo que podia unir os mercados brasileiro e norte-americano, sem perda do interesse japonês e de proprietarios árabes.

Tivemos uma semana dura em Dubai. Mas como diria alguém, que não Dona Adelina, que acreditava que depois da tempestade vinha na melhor das hipóteses o resfriado, há sempre uma esperança, pois depois da tempestade vem a bonança. E ela veio, horas depois nas patas de Fluke.

Quando Fluke foi derrotado por Skypilot no Juliano Martins (Gr.1), confesso que não entendi. Pouco antes havia escrito sobre ele, tecendo louvores como sendo ele um cavalo fadado a coisas maiores no desenvolvimento futuro de sua carreira. O tempo provou que não estava errado, pois, Fluke acaba de vencer sua segunda prova graduada nos Estados Unidos. Ele que provou a sensação nada agradável de enfrentar Proviso, para o qual foi segundo na milha do Frank E. Kilroy Mile Hcp. (Gr.1), desta feita em turma amena, provou do que sempre foi e é capaz.

Sou fã de caderninho de Fluke, assim como de seu pai Wild Event, que quando aqui chegou e examinado por mim, me deixou perplexo por sua qualidade física. Qualidade esta que ele transmite, além do que uma outra capacidade, ainda maior que a dele própria, relativa ao poderio locomotor.

Graças a Deus, Redattore continua firme, ele que detem fisico, pedigree e uma campanha nos Estados Unidos digna de nota. Guardadas as devidas proporções, a perda de Baccelo foi outra que senti bastante, E os não repatriamentos de Pico Central e Einstein nunca por mim vieram a ser entendidos. Acho que Siphon, não produziu o que dele era esperado, mas o lider da geração, é hoje seu filho. Não seria o reprodutor nacional, de bom pedigree e fisico, que tenha se saido bem no confronto com seus coetanos do hemisfério norte, uma boa solução? Porque arriscar no matungo de bom pedigree ou no craque de pedigree em extinção?

Não há time de futebol sem a garotada da base. Porque haveria turfe sem o reprodutor nacional, já adaptado e que você viu atuar e sabe exatamente sua capacidade?

Dos 2240 individuais ganhadores de grupo de nossa história, 573 são filhos de reprodutores nacionais. O que isto representa? Mais de 25%. E garanto a vocês que os reprodutores nacionais não cobrem nem 10% das reprodutoras em serviços, e com certeza mnos de 1% das classicas ou produtoras clássicas. Quantos deles produziram mais 10 ou mais individuais ganhadores de grupo? A resposta é aterradora: oito!

Analisem estes números abaixo e concluam.

Clackson - 46 em 794 - 5,79%
Romarin - 20 em 716 - 2,79%
Redattore - 18 em 640 - 2,81%
Baronius - 11 em 250 - 4,40%
Dancer Man - 11 em 339 - 3,24%
Egoísmo - 10 em 210 - 4,76%
Sabinus - 10 em 213 - 4,49%
Itajara - 10 em 220 - 4,54%

1. Ghadeer - 65 em 1164 - 5,58%
2. Roi Normand - 49 em 1162 - 4,21%
3. Wild Event - 45 em 755 - 5,96%

A conclusão geral é que para um reprodutor ser considerado top - como os três apresentados - tem que ter um percentual acima dos 4,20%.A conclusão que eu chego? Primeiro que Clackson, Baronius, Egoísmo, Sabinus e Itajara sem receber a qualidade de éguas destinadas a Ghadeer, Roi Normand e Wild Event - os três maiores produtores de ganhadores de grupo, estrangeiros no Brasil  - demonstraram a mesma capacidade de transmissão. Segundo se números não mentem, o que se dirá em relação aos percentuais? E terceiro uma outra pergunta, o reprodutor nacional não seria o caminho a tomar?

Fluke com 29 produtos jã tem dois ganhadores de grupo, - ambos de graduação máxima - o que equivale dizer que seu percentual é de 6,89%, superior a seu pai Wild Event. Ghadeer teve 27 ganhadores de grupo 1 e isto lhe confere um percentual de alto classicismo de 2,31%. Isto não seria um fator a ser levado em consideração se levarmos a hipotese que Fluke pode ter mais um ganhador de Grupo 1,  em New In Town?

O reprodutor nacional de campanha ilibada em pista, pode ser geneticamente inferior ao importado, mas teria este importado tão ilibada campanha em pista, como o nacional em questão?

Entederam porque o considerei antes até de seus filhos estrearem que tratou-se de uma perda inextimável para a nossa criação?