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terça-feira, 7 de março de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: ENSINAMENTOS

Olha, a coisa aqui nos Estados Unidos, está cada dia mais complicada em termos de Kentucky derby, já que o Oaks, parece já ter dono. Uma tal de Unique Belle.  Normalmente nesta época, não me furto ao direito de opinar e o faço, já afirmando quem é meu cavalo do derby, inglês ou norte-americano, e quem será o cavalo que dominará a temporada. Mas este ano a coisa está dura. Quero deixar claro, que não é medo de errar e sim a incapacidade de visualizar uma opção.

Entre os machos,está sendo como  era ser ministro durante a gestão Dilma. Cada dia é a vez de um. E este um, com o problema de não demosntrar ser, aquele o, que teóricamente mereceria um lugar de destaque. Desculpem,  não é querer estar encima do muro. Todavia, parece mesmo, aquele que vence em uma determinada ocasião, apenas, passa a ser a bola da vez,

O grande sábado da disputa do Fountain of Youth, embora tenha sido grande em tamanho, não me pareceu tão grande em qualidade. Porém, da mesma forma que nos erros cometidos se aprende alguma coisa, diria que mesmo nas corridas insossas, existem certos ensinamentos, que se você estiver atento, não deixará passar.

Sempre acreditei na correlação de fatos, por isto toda hora afirmo que uma vez pode ser sorte e duas coincidência. Mas quando se alcança três, é porque algo está cheirando no reino de Abrantes. Afinal não chegamos no futebol a ganhar uma meia dúzia de Copas do Mundo, por acaso...

Mas fico pensando com os meus botões porque as coisas acontecem, mesmo em universos restritos, onde dificilmente poderia se provar uma correlação. E a resposta é simples. Dominâncias. Não interessa se esta dominância se desenvolveu num sistema de transmissão direta ou indireta. Cabe a você captá-la e usar o produto desta descoberta a seu favor.

Por exemplo, entre Gulfstream, Santa Anita e Aqueduct vieram a ser disputadas neste sábado, nada menos que 10 provas de grupo e uma listed race. Logo, o universo de pesquisa é de apenas 11 elementos que terão que ser - se possível - correlacionados e absorvidos como ensinamentos. Contudo o primeiro que me chama a atenção é que nestas 11 provas só haviam dois elementos netos maternos do Derby winner Monarchos, considerado no mercado mundial, um fracasso reprodutivo. E vocês notaram que estes dois elementos, ganharam? Isto não seria dizer que ele está tendo 100% de aproveitamento? Não, mas que algo cheira, cheira...

Quando selecionei Estrela Monarchos, em momento algum tentei convencer a aquele que a iria comprar, que filhas de Monarchos poderiam se tornar, futuramente. num must. Ela confirmou em pista aquilo que eu e o Aluízio esperavamos e o resto - a partir dai - seria, a principio, lucro. Depois deste sãbado, acredito que não mais...

Estrela Monarchos foi disparado a melhor filha de Monarchos em pista. E ai eu me pergunto, num centro menos desenvolvido, poderia ela encabeçar a lista de suas filhas no breeding-shed? Está certo que os pais dos citados vencedores eram Tapit e Scat Daddy, mas quantos outros avôs maternos tiveram sua filhas cobertas por estes dois consagrados reprodutores e não obtiveram os mesmos resultados? Portanto não vamos tirar de Cesar o que a ele pertence.

Falei em Tapit, e cada vez que nele falo, uma sensação estranha vem a mim. Acompanhei-o bem em pista, pois, no tempo que ele esteve em treinamento, eu tinha com Michael Dickinson, dois elementos aos quais estava atrelado profissionalmente: Theycallmecharlie e Da Hoss. E afirmo como pureza d'alma, que nem nos mais irados de meus sonhos, sequer pensei na remota possibilidade de Tapit ser o sucesso que ele hoje é. Mas ele é. E isto, passou a ser uma opinião geral. Não apenas minha. Mas de quase todos. E isto, mesmo levando-se em consideração que ele produz um fisico franzino, uma expressão feminina, mesmo entre os seus machos, outrossim, a grande verdade é que eles correm para burro! Na grama e no dirt, mesmo quando se exige precocidade, velocidade ou até na stamina.

Até ganhador do derby japones, ele já foi capaz de produzir, e nestas 11 carreiras que citei, três foram os seus filhos a vencer. Aliás há de se notar o que a tribo de A. P. Indy aprontou e tem aprontado.

J Boys Echo (Mineshaft), Gunnavera (Dialed In-Mineshaft), Ticonderoga, Dream Dancing e Unique Belle, todos filhos de Tapit, são descendentes diretos da tribo A. P, Indy. São cinco elementos em 11, o que me faz crer que seja um percentual altamente significativo  


São Matheus, um cara que sabia das coisas, um dia excreveu que é mais fácil um camelo passar no orificio de uma agulha, do que um milionário entrar no Reino do céu. O milinário - no Tattersall, na pista e no breeding-shed - A. P. Indy, está provando que até os santos erram.