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sábado, 11 de março de 2017

PAPO DE BOTEQUIM. A INTELIGÊNCIA DE SABER ESCOLHER AS BATALHAS CORRETAS

A história ensina, aprende quem quer e a respeita quem tiver juízo. Na batalha de Trafalgar com a vitória de Nelson, contra a esquadra de Napoleão, estabeleceu-se, desde então, um total dominio britânico dos oceanos. Possuidor da maior frota de guerra e mercante, a Inglaterra fez o seu império crescer do Irã ao Canadá. Do Sudão a África do Sul. Mas, surpreendentemente, nunca conseguiu exercer seus tentáculos na América do Sul e depois de duas invasões mal sucedidas contra a Argentina, o reino da Rainha Victoria, resolveu exercer outro tipo de dominio: o financeiro. Implantou bancos e industrias e passou a reinar da forma que hoje chamamos de "civilizada".

No turfe, acontece exatamente a mesma situação. Não existe uma forma de conquistar certas posições, mas você pode se utilizar metodos próprios, para se chegar onde se quer. Na falta de Galileo, usa-se um pedigree que se encaixe perfeitamente. Vai funcionar? Não sempre, mas quando funcionar vai lhe trazer um prazer imenso. Na verdade não há limites para nada. O bom cavalo pode nascer em qualquer lugar, e dominar em qualquer mercado. Invasor que o diga. Porém, a genética, é um buraco mais abaixo e fica dificil demove-la de seu dominio, sem algo com igual desenvoltura clássica. Tem que se ter muito conhecimento e infinita imaginação.

Invasor reinou nas pistas norte-americanas, assim como Paseana e Bayakoa. E no breeding-shed? Melhor mudar de assunto, pois, existe uma diferença contundente entre empada e empanada. Genética é coisa seria e domina não por obra e acaso do Espirito Santo. Ela se impõe por flagrante superioridade, dentro e fora de pista. Quem duvidar, que tente de outra forma.

George Blackwell, uma vez me disse que mais dificil de se conseguir um bom cavalo é se conseguir alguém que possa possuí-lo e fazer o projeto completo; treinador e treinamento, que são os aspectos subsequentes. Muitas vezes alguém o escuta, adquire aquele que você selecionou mas ou escolhe, o errado treinador e mesmo no caso de usar o certo, não escuta aquilo que o pedigree do cavalo está bramindo. Ai faz um possível brilhante animal de 2,000 tentar a milha e meia, ou de um verdadeiro milheiro, extender-se. Pode funcionar? Pode, mas nunca numa proporção significativa e na maioria das vezes o animal vira o traseiro para o coxo e leva-se meses para trazê-lo de volta, ao estagio anterior. E mesmo assim, poucos são os que conseguem. Poucos são os proprietários que dão o seu braço  a torcer. pelo erro por ele avalisado.

O treinador defende que tinha que tentar. O jóckey que fez o possível. O proprietário exerce o direito de sua propriedade, mas o único que paga é o pobre do cavalo. Vi isto acontecer, a meu redor, pelo menos duas vezes, e sei do que estou falando. Por isto, George Blackwell estava certo quando alertou que you have to pick the right battles, e não abrir guerras que não valem a pena, pois, não o levarão a lugar algum. Apenas ao confronto.

Da mesma forma que o verdadeiro proprietario, o capitão de sua equipe, tem que ter o poder de decisão, aqueles que compoem a sua equipe, devem ter direito a opinião. E quando estas opiniões são divergentes, e apenas uma se confirma, ela deverá ser captada, aprendida e então, repetida. Infelizmente não é assim, que as coisas acontecem, e o problema, em minha maneira de ver, não é dos profissionais e sim daquele que os dirige.

Ser proprietario basta ter dinheiro. Mas agir como um verdadeiro gestor, necessita-se conhecimento e imaginação. E isto nem todos conseguem e o pior, se acham preparados. 

Não estou aqui para dar nomes aos bois, e nem tenho em mente, especificamente um João ou um Manuel. Este problema, acima de tudo não é apenas recorrente ao Brasil. Vi isto acontecer nos Estados Unidos. Vejam as campanhas de Gulch, Artax e Prefectionist, e comprenderão o que estou afirmando.