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terça-feira, 28 de março de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: OS INDIOS DA VIDA.

A gente sabe, por experiência anteriores, que o jogador brasileiro, entra em campo com o intuito de burlar o arbitro, outrossim, existem árbitros que não precisam deste artificio para serem falhos e porque não dizer venais. Eu não acredito no xerife do futebol brasileiro. Aquele jogador que entra em campo para marcar território e para peitar o juiz, sempre que achar que isto possa ajudar seu time. Hoje, os maiores do futebol brasileiro, são os ridiculos, Michael do São Paulo, - que ainda não justificou a grana por ele dispendida - Felipe Melo do Palmeiras - que continua o aquele mesmo que prejudicou o time brasileiro numa Copa e uma dupla cruzmaltina, Rodrigo do Vasco - que nunca futebol teve, e Luiz Fabiano  - que parece nâo mais ter o futebol de outrora. 

Eu estava na sala VIP da Latam, em Guarulhos, assistindo ao jogo Flamengo e Vasco. Luis Fabiano  que ja devia ter parado, peitou o juiz e foi expulso. Até os dois rapazes com a camisa do Vasco que estavam presentes se sentiram incapazes de reclamar. Foi uma agressão, que tinha que ser penalalizada mesmo em se tratando de alguém que nunca mereceu respeito, O Flamengo virou o jogo, por ser mais time e ainda por ter um jogador a mais, mas retrocedeu e o Vasco merecia o empate. Mas como o empate por capricho do destino não veio, por razões normais, o Indio - um dos piores juizes do quadro da Federação - resolveu fazer a média e "achou" um penalty aos 48 minutos. A bola nitidamente bateu na barriga do atleta rubro-negro, mas o "juiz" por venalidade, desconhecimento da regra ou simplesmente para compensar a expulsão justa que impetrou a Luis Fabiano, arrumou seu penalty. Moral da história, o resultado final de 2 a 2 foi, a meu ver, um resultado justo, mas conseguido de forma injusta.

Um clássico da maior e terceira maior torcidas do Brasil, - por isto reconhecido como o clássico dos milhões - deveria ter um árbitro, pelo menos a altura da responsabilidade que vai carregar em seus ombros. O tal do Indio, deve ser até uma boa pessoa, mas que verdadeiramente coleciona erros graves em sua carreira. E muitos dos quais a favor dos mesmos times. Há uns três anos atrás li uma pesquisa feita por uma revista especializada, em que levando em consideração lances captais que decidiram jogos inportantes, que Palmeiras e Corinthians em São Paulo e Vasco e Fluminense no Rio de Janeiro, lideram, com sobras, a lista. E contra os números, não se discute. Aceita-se ou não.

Não podemos deixar que o turfe brasileiro caia nesta mesma esparrela. Em não se podendo importar, aquilo que nos realmente agrada, a gente, errôneamente, trás os "Indios" da vida. E isto me revolta, pois, eles são preferidos a cavalos nacionais, que poderiam contribuir mais com o aumento da qualidade de nosso corredor. Falei aqui de alguns reprodutores nacionais em serviço na atulidade e citei Acteon Man, Fluke, Que Fenomeno, Redattore e Timeo, e, para variar, me esqueci de um, pelo qual tenho muito respeito: Setembro Chove. Ele foi bom corredor dentro e fora do Brasil. já demonstrou ter a capacidade de produzir cavalos corredores e eu mesmo adquiri ano passado um potro seu, numa égua chamada Homerocalle, que reputava ser, um dos piques mais confiáveis.

Desculpem, se fico batendo nesta mesma tecla, mas constatei nesta minha última recente viajem ao Brasil, uma preocupação grande dos criadores brasileiros, em trazer cavalos duvidosos. Aqueles a mim apresentados a pedido de uma opinião, me pareceram ridiculos. Sempre gosto de lembrar, que trouxemos nestes ultimos anos no sistema shuttle, coisas melhores, e não vejo, a exceção de Royal Academy, Elusive Quality, Spend a Buck e Northern Afleet, saudades daqueles que os inportaram. E note-se que os quatro citados, foram trazidos por iniciativa particulares, não de grupos.

Uma coisa é escalar para seu plantel algo que possa somar às suas éguas, outra é trazer os "indios" da vida.