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sexta-feira, 31 de março de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: PORQUE NÃO TORCER PELO SÃO CRISTOVÃO?

Sabado é dia de Florida Derby 

Toda depressão tem um fundo suiícida. Quando o Brasil meteu 3x0 na Argentina, eu afirmei que poderia ter sido de cinco. Grandes amigos argentinos revoltaram-se como se fosse uma aberração meu comentário. Pois bem, a Bolivia meteu dois na Argentina e o Brasil 4 no Uruguai. Onde está a aberração?

Ontem o Brasil meteu três como poderia ter metido cinco ou seis. E isto jogando com seriedade e determinação. Sem parangolé. Onde há crise, se torna dificil até se manter o nivel de qualidade, que dirá um aperfeiçoamento da mesma. E o que está contecendo com nosso turfe e com o futebol do país vizinho,

Pelo que tudo indica a Argentina pode ficar fora da próxima Copa da Rússia, e não será a primeira vez. Logo, há reincidência. Pelo que tenho acompanhado, com greve de jogadores, suspenções - justas ou injustas, de Messi e agora estes resultados vexaminosos, não será, pelo menos para mim, uma grande surpresa, se a Argentina nem se classificar por repescagem. 

Em compensação ele estão vivendo um turfe estável e nós vamos de mal a pior. Sou um realista e volto a repetir, o que escrevi em outra nota aqui mesmo neste blog, o ceticismo e desânimo dos criadores e proprietários, para com nossa atividade, no Brasil, é facilmente detectável. Ninguém me contou. Vivi a uma semana atrás.

Somos um pais do Mensalão, da Lava Jato, da Carne Fraca, da Febre Amarela, do Dengue e suas diversas variações, e de um ex-presidente acusado como mentor de todas as falcatruas, mas que se julga a alma mais pura do universo. Evidentemente que isto, de uma forma ou de outra, afeta o nosso turfe. De várias formas. Uns por prisões, outros por sentir que o investimento alto tem que diminuir ou quem sabe acabar.

A qualidade fisica do cavalo brasileiro é de nivel internacional. O mesmo não pode ser dito de sua genética, mas em defesa da classe possuímos também profissionais do mais alto novel. Vejam o que os jóckeys brasileiros andam aprontando nos quatro cantos do mundo. Paulo Lobo e Pirata tiveram já bons resultados nos Estados Unidos. Nossos veterinários estão update. Porque nossa genética é a única atrasada? Porque nos damos ao luxo de deixar de lado o grande cavalo nacional que poderia criar uma raça distinta, em função do lesco lesco importado, ou dos grandes cavalos de fora, que pouco ou nada produziram em seus países de origem? Promessa? Penitência? Desconhecimento?

Hoje entre os cinco mais badalados reprodutores do turfe norte-americano, está Candy Ride. Sabe quem é o pai dele? Ride the Rails. Logo, até que me possam provar ao contrário, sua mãe tem culpa no cartório. Uma Candy Stripes, com duas mães argentinas, fudamentadas na qualidade transmitida pelos nacionais Farnésio e Utópico. Isto é fixação de uma raça.

Poderiamos tranquilamente erigir o mesmo processo, prezervando reprodutores de grande sucesso em pista, cujas mães tivessem em sua estrutura genética, Ghadeer, Clackson, Roi Normand e Waldmeister, para se citar apenas alguns. Ou então, quando este corredor tem como mãe, avó ou bisavó, degeneradas, tais como Uff-Uff, Court Lady, Universal Rara, Risota, Arumba, Donnegale, Griffe de Paris e assim por diante.

Não adianta é cair em depressão e caminhar para o suicidio profissional. Pois, se assim o for, sai mais barato do que investir em cavalos de corrida, talvez apenas torcer pelo São Cristovão.