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segunda-feira, 20 de março de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: PREFIRO A MONARQUIA AO PT

Nelson Rodrigues, uma vez escreveu que a burrice é um dano incurável, e em se plantando brota mais que Maria-sem-Vergonha. Eu concordo ipis literis, com este pensamento. E como sempre digo, só há um sujeito que mais temo que o idiota, é o burro. Pois, enquanto nem todo idiota é burro, todo burro é na verdade um incurável e desprezível idiota.

Novamente refrasiando Nelson Rodrigues, posso ser considerado um ser inatual, pois, atento para o fato que embora tenha nascido de familia de classe média, coabita em mim, uma tendenciosa vocação aristocrática e um forma de agir e pensar, um tanto radical para muitos. Discordo apenas da radicalidade, pois, tenho no equilibrio de decisões, a tentativa de manter-me vivo nesta atividade.  Tenho sim decisão naquilo que penso e escrevo, porém, não me envergonho em curvar-me ao erro cometido, quando este me é provado. O que tenho como vocação aristocrática é a imensa aversão a burrice. Procuro tratar a todos com respeito e dou bastante cancha para que o outro ser prove que não tem na burrice, uma bandeira. Agora escrever ou decidir por qualquer questão independe da simpatia para com o próximo.

Dito isto, vamos ao que na minha opinião interessa.

Cordialidade não é para mim, sinônimo de intimidade. Sou restrito a pessoas e a cavalos de corrida. Amigos, amigos, negócios a parte. Quero ganhar como qualquer outro turfista assim o quer. Por isto tento me preparar e estar up-date em tudo aquilo concernente a atividade. Assim sendo quando digo que somos um nação turfística onde alguém tem que ganhar, sinto bastante tristeza em dizê-lo. Mas sinto ser a mais pura verdade. Vejam No Regrets e a geração de machos. Ela é a esceção a regra. Pode se dar ao luxo de ser triplice coroada ou Derby winner. Suas conexões assim o determinarão. Alguém arriscaria a afirmar que o que escrevo é uma tremenda besteira?

Não temos fixação em nossa raça, e ao mesmo tempo, dependemos de elementos esporádicos, que possam exercer uma dominância, para que uma certa trilha deva ser escolhida.  Digo isto na pista e no breeding-shed. Exemplifico. Você quando está na Europa e tem um poder grande de investimento, procura trilhas demarcadas, tais como Galileo, Dubawi e outros poucos de indiscutivel respeitabilidade. Quando você está do outro lado do lago, pode colocar o seu rico dinheirinho, em Tapit, Medaglia d'Oro e outros. Na Australia as possibilidades são ainda, quantitativamente maiores. E ai eu pergunto: e no Brasil?

O silêncio que toma conta de minha mente é sepucral. Juro que não tenho respostas.

Os únicos elementos, de maior padrão em pista que teremos, estreando ano que vem, é evidentemente a dupla Discreet Cat e Shanghai Bobby. Já tive o privilégio de examinar mais de 20 produtos de cada reprodutor, e confeso eles terem me dado um alento. Não encabeçam a minha lista de selecionados até aqui, mais os vejo com uma imensas possibilidades.

Como free-lancer que sou, tenho que achar proprietarios que se encaixem aos meus selecionados e torcer para que as coisas fluam de maneira satisfatoria, pois, proprietario sem cavalo, funciona mal, agora cavalo sem proprietario, é como uma nave adernada no infinito do oceano, pronta para naufragar a qualquer momento.

Este fim de semana na Gávea, fui paramenizado pelo fato de minhas três primeiras escolhas, do ano passado, estreadas, terem ganho. Sim é verdade que ganharam, mas algo mais forte calou em meu peito. Primeiro a forma com que Gran Cru se desvencilhou de seus adversários quando acionado. O tempo da carreira não foi exuberante, mas a forma como ele se desvencilhou dos demais, sim. Parecia estar com nojo dos demais.  Segundo a bravura de Fillmore - fora ainda da distância que um dia se estabilizará - de resistir a tudo e a todos, vencendo de ponta a pavio. E terceiro, a autoridade, só contestada nos metros derradeiros de Fronteira Around, por uma potranca do Figueira, que escrevam o que digo e me cobrem, promete também.

É, exatamente isto, que um agente espera daqueles que seleciona. Que seus selecionados, tenham aquela vontade de correr que transmitida de forma empirica, quando examinados no haras. Você tem que sentir o cavalo e mesmo assim, com muita sorte, estará certo em 25% dos casos, se tiver evidentemente, experiência, conhecimento e imaginação. Tenho uma semana de visitas no Paraná pela frente. É a minha segunda passagem por lá. Espero que a minha lista do ano que vem, um dia me de as alegrias, que a do ano passado estão me dando, até aqui.

E antes que seja apedrejado, como certamente o serei, afirmo que prefiro a monarquia ao PT.