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quinta-feira, 9 de março de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: UM RECORDE DE PIXAÇÕES


Estudei a minha vida toda em um colégio de jesuitas, o Santo Ignácio e desde cedo duas matérias me chamaram mais a atenção, que as demais. A Geografia e a História. O tempo me ensinou que ambas possuem diversas etapas e se modificam através dos tempos. A geografia, muda com o desenrrolar das guerras e a história que é contada depois de uma guerra pelos vencedores, depois tem uma segunda versão, pelos analistas que não presenciaram a mesma. Com a exceção da matemática, todas as outras materias pelas quais militei, igualmente mudaram. Do Português a Física, da Religião a Quimica. Só os numeros da matemática se mantiveram.

Isto não é interessante?

Sou do tempo que havia dois pecados. O mortal e o venial. E três fontes de transborso. O céu, o limbo e o inferno. Quando criança, tinha verdadeiro pavor de cometer o pecado mortal, pois, o reino do céu seria eternamente abstraído de meu futuro. Com o tempo fui tendo as minhas dúvidas. Hoje será que ainda existe muita gente a temer perder o direito do reino do céu, por um pecado? Tenho minhas dúvidas.

Na história, nunca vi tantas versões como a da guerra do Paraguai. Trabalhei no inicio da implatação de Itaipu Binacional. E li os dois lados da história, que tiveram ramificações inimaginaveis. Solano Lopes herói ou facinora? Seria Duque de Caxias, um gênio ou uma uma besta quadrada? Teria a Inglaterra interesse na guerra ou na paz? O Paraguai poderia ser visto como uma economia emergente, ou mais um império das bananas? Você lê todas as versões, - quase todas fantasiosas - e muitas delas tendentiosas, e passa a desacreditar na opinião alheia. Logo sei, que quando algo afirmo, o leitor tem o pleno direito de acreditar ou não. Só que ainda não sou daqueles que falo da boca para fora. Ressalto o que é opinião pessoal e o que está consusbstanciado noe números.

Admito, que toda história tem dois lados, dependendo do lado defendido pelo historiador. Poucos são aqueles analistas que procuram se manter isentos e tentar ver de fora, o real núcleo do problema sem tomar imediatamente um partido. É dificil, mas longe de poder ser considerado impossível.

Tento ser este último tipo de analista, mas talvez, não o seja de forma frequente para alguns, pois, no turfe entram outras paixões, que podem o induzir a certas decisões. Tanto na análise, quanto na critica. É lógico, que me sinto isento. Mas seria em todos os casos? Os menos simpatizantes afirmam que na maioria das vezes não sou. Eu prefiro achar que eles estão errados. E explico porque.

Fiz uma pequena análise da segunda prova da triplice coroa carioca e imeditamente não foram, um ou dois, que me taxaram de defender English Major, por o ter selecionado. Que sua corrida última fora pifia. Que ele já era. Eu discordo. E o faço com a vêemência de um pai ferido. Sempre achei que destruir a imagem de qualquer coisa, muito mais fácil do que construí-la. E a imagem de English Major não foi construída com pés de barro. Ele fez juz, por seu titulo e sua volta as pistas, depois de um longo e tenebroso inverso, foi digna de um cavalo que gosta de correr. Ele ama o que faz e melhor ainda, sabe fazê-lo. Há de se enaltecer o trabalho do Christian Schlegal e do Beto Solanes, que tiveram uma incumbécia dificil, principalmente pelo pouco tempo que dispunham. Ai vem um gaiato, que nem uma cotia teve, e afirma que a corrida de English Major foi pifia, e que eu o enaltecia por te-lo selecionado. Todo mundo tem direito a uma opinião, mas cretinisse tem um limite.

Acho que a carreira dele foi sensacional, para um cavalo que enfrentou os problemas a que foi obrigado a enfrentar e pelo tempo que isto o levou. Nem direito a uma carreira preparatória ele teve. O tempo o privou disto. Para mim, a única dúvida que se possa a ter a respeito da próxima corrida de English Major, seria sua capacidade staminica. Ao qual reportei, com uma tremenda interrogação, pois, champions, não são champions por acaso. Salvo raras exceções. Eles se superam e English Major parece ser um cavalo que se supera.

E ademais porque não esperar a carreira no Domingo? Creio que então repostas podem ser respondidas.

Outra chiação foi que comentei ser o Grenal a nova versão de MMA. para muitos foi um jogão. Quem assistou ao Fla-Flu, sabe o que significa um jogão. E quanto a baixaria das faltas en profusão que um dia atingiram a Bolanhos se repetiram agora contra Geromel. Que me desculpem os que assim não o pensam, mas sempre há um gravemento ferido no Grenal, e para mim isto não é futebol. Isto é uma versão mambembe do MMA.

E finalmente na lista de pixações que recebi, - recordes em um só artigo - comentei que a taça Guanabara não tinha valor algum. Como não tem. Outrossim, como uma vez o Aluízio Merlim Ribeiro bem frisou, ganhar o campeonato gaucho não é importante, mas não ganhar é pior. O mesmo digo desta Taça Guanabara. Como terminei o artigo, repito, ficaria feliz se o Flamengo tivesse ganho a disputa em penaltys. Mas o Fluminense foi quem o fez.

O campeonato estadual anda meio esvaziado. O que não é para menos, já que os campeões de 2016, America Mineiro, Internacional e Santa Cruz, cairam neste mesmo ano para a segunda divisão do campeonato nacional. Mas ganhar o estadual tem o seu sabor.

Porque escrevi esta nota? Porque por mais que você tente ser neutro, em uma frase, ou talvez numa simples observação, você se deixa levar por uma paixão e emite algo que é ou possa parecer tendencioso. Acho que todo colunista tenta ser neutro, a exceção de Nelson Rodrigues que sempre foi explicito em seu amor pelo Fluminense. Gosto de achar que estou sempre certo, embora tenha o perfeito equilibrio, de saber ser isto impossível. Não coaduno do principio de Carlos Imperial: falem mal, mas falem de mim. Porém, o puxão de orelha, é sempre válido.