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quarta-feira, 12 de abril de 2017

PONTO CEGO: AS VIDAS NÃO TEM SEGUNDOS ATOS

Estava uma noite, jantando sozinho. este domingo, no Luna, de Winter Park, quando algo me veio a mente, e estalou como uma espoleta.

Vocês não acham que a preocupação conciênte ou quem sabe inconciênte de uma minoria de proprietários sempre se torna decisiva nos destinos de nossa criação? Afinal são eles, os únicos capazes de unidos, trazer aquilo que mais o apetecem e cobrar dos outros, aquilo que ajude a bancar seu custo de investimento. Logo, que me desculpem aqueles que assim não pensam, mas temos que ainda dançar conforme a música. Sendo esta música aquela que soe bem ou mal a nossos ouvidos. Seria isto uma situação passageira? Sim, pelo menos até que os pequenos grupos se unam e tragam aquilo que os possa ajudar.

Estou falando naturalmente de reprodutores. Sou o maior defensor do reprodutor nacional, mesmo ele sendo genéticamente inferior a maioria dos importados para o nosso pais. Mas em termos de qualidade atlética, seriamos capazes de trazer elementos - ainda jovens - com maior qualidade em pista, demonstradas por um Redattore, um Setembro Chove ou mesmo um Glória de Campeão?

Redattore tem uma mãe espetacular e um pai que praticamente iniciou seus serviços no Brasil. Foi um cavalo soberbo em pista e dono de um fisico arrebatador, que consegue transmitir para a sua prole. Não estou me referindo a fórmulas cartesianas de simetria e sim em atletas com cara de atletas. O mesmo posso dizer do tipo físico que Setembro Chove transmite aos seus. Uma dignidade e um equilibrio incomuns. Atentem para o jovem Que Fenomeno e o recém desaparecido Fluke, não estariam neste mesmo patamar? Todos os filhos destes vão correr? Claro que não. Mas diria que todos teriam pelo menos uma chance de correr bem.

Estes conceitos não preocupam a grande maioria dos investidores de nosso turfe. Eles vão mais pela estampa e pelo pedigree. E se fracassado ao receber o que de melhor havia a seu dispor no mundo, aqui aporta, é imediatamente recebido que nem a corte portuguesa, quando aqui aportou enxotada de Lisboa por algo chamado Napoleão.

Não vou me perder em conceitos, pois, não existe muita gente preocupada com os mesmos. Mas um agente, quando é contratado para investir um dinheiro de outros, deve ter em mente em adquirir o melhor que aquele dinheiro possa trazer, independentemente de alucinações. Por uma saida de carreira,  a reprodução. E uma ainda inédita, a pista. Não creio que pular etapas seja a melhor solução, pois, o custo de tempo e investimento, minimizão as suas chances de levar a efeito seu projeto.

Nunca indiquei um reprodutor, imaginando que ele será um bom avô materno, ou uma inédita pensando três ou quatro anos na frente, o que ela poderá me trazer no breeding-shed. Isto é que rotulo como quebra de etapas. Principalmente num pais, que as coisas tem um valor irrisório, em relação ao mercado internacional, e etapas podem ser cumpridas de forma normal, e não puladas.

A boa escolha para a pista, se torna consequente. As potrancas inéditas que selecionei para o TNT, para o Pemale, para o Santa Ana do Rio Grande e para o Estrela Energia, - citando apenas alguns - tiveram suas respectivas participações na pista e várias delas depois sucesso no breeding-shed. É a isto que conceituo de uma ação consequente. Elas foram adquiridas para serem boas atletas. Sua participação no breeding-shed e a segunda parte de suas existências.  

Há quem pense diferente? Evidentemente que sim. Estariam eles errados? Certamente que não. Apenas não coaduno com esta tomada de posição onde etapas são puladas, pois, aumentar o risco, que uma coisa que por si só já contem em sua essência muito risco, me parece ser uma ação desnecessária. Ademais como sempre reintero, se o dinheiro é seu, você pode fazer o que quizer dele. Eu é que não gozo deste previlégio, pois, trabalho com dinheiro dos outros.

Scott Fitzgerald, em sua obra máxima, The Great Gatsby, faz seu personagem principal, dizer: as vidas não tem segundos atos. E só terão, por uma consequência inevitavel do destino. E eu então me pergunto: porque projetar um segundo ato, sabendo que o primeiro, pode não ser bem vivido?

O que a descendência das Griffe de Paris, das Donnegales, das Mabees, Skyles e das Court Ladys da vida, demonstram, é que por veios fisicamente corretos - independentemente do seja apresentado em pista - é o caminho a se tomado. No mais, cada raça, tem a sua característica própria e esta deve ser respeitada.