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sexta-feira, 21 de abril de 2017

PONTO CEGO: A EXECRAÇÃO SUMARIA DAS DUPLICAÇÕES NA CRIAÇÃO BRASILEIRA

Dos 2242 individuais ganhadores de grupo da história brasileira de Pattern races, quantos teriam pelo menos uma duplicação em seus pedigrees? Esta foi uma pergunta, a mim feita, ontem a noite por um de meus leitores. A resposta é simples. Foram 1,603. Amigos, para um centro criatorio que na grande maioria das vezes, cobre éguas de forma aleatória, e ainda por cima, assume de forma retrógrada e estaparfudia que necessitamos de pedigrees abertos, 72% me parece um percentual, mais do que significativo. É um luxo.

Sabem quantos destes tem, ao menos, uma duplicação em Northern Dancer? 310. Isto representa quase 13%. E lembro-me quando eu indiquei, há muitos anos atrás, um filho de Nijinsky para cobrir as filhas de Ghadeer, ouvi uma resposta patética. Não gostaria de fazer imbreeds em Northern Dancer. Isto é pior a meu ver, do que querer derrubar com a lei da gravidade, como uma vez veio a ser proposto, numa camara de deputados do nordeste.

Temos que perder este medo de duplicar aquilo que melhor nos serviu na história da criação mundial. Isto não só é tacanho como descabido. Vivemos a era da evolução das comunicações. Os resultados estáo ai, na cara de todos. Não vê quem não quer.

Mesmo não forçando, mais de 2/3 de nossos ganhadores de grupo tem pelo menos uma duplicação. Vocês tem idéia de quantos destes 1603 ganhadores de rupo do turfe brasileiro, que possuem pelo menos uma duplicação feminina? Pois,vos respondo, 650. Isto é mais da metade. Não é alarmante saber que sempre dependemos das duplicações e alguém erroneamente aspirar por pedigrees abertos????? Eu correria ao primeiro indicio de alguém tentar me convencer desta teoria fantasiosa, que o imbreed leva ao hibridismo.

E a coisa não é de hoje. Éguas como Scapa Flow, Mumtaz Mahal e suas filhas, Selene, Malva, Nogara e Plucky Liege provam que a coisa não é de hoje. Na verdade diminuiu de intensidade, pois, os criadores modernos, ao contrário dos antigos, partiram para os pedigrees abertos. E assim mesmo, os poucos que acreditaram nas duplicações, mantiveram a supremacia percentual. Para se ter uma idéia mais precisa, ao que me refiro, até a decada de 90, o percentual de imbreeds nos ganhadores de grupo brasileiros era de 81%. Houve um queda, de nove pontos percentuais, pela simples tentativa de abandono no processo. Enquanto isto ela cresceu na Europa, cinco pontos percentuais. Mas felizmente esta tomada de posição de alguns criadores brasileiras de negar os imbreeds, não foi para a frente e nossos melhores parelheiros ainda trazem imbreeds em seus pedigrees.

O pedigree é para ser louvado. Nunca execrado. Mas infelizmente no Brasil parece ser. Vocês já se deram conta de quantos ganhadores de grupo, trazem em seu pedigree uma duplicação em Risota - considerada por muitos como a principal reprodutora da era moderna do turfe brasileiro? Apenas um, Drum and Dran. Em Skyle ou Arumba? NENHUM! Será que eles não funcionaram ou simplesmente nem tentado foram? Algo me diz, que a segunda opção seja a mais crivel de se acreditar.

Neste domingo, estarei me reportando sobre aquilo que rotulei de saladas genéticas, isto é, quando um determinado individuo trás em seu pedigree no minimo quatro duplicações. O que para muitos é dificil de se engendrar. Aguardem, pois acredito que vocês terão uma surpresa...