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sábado, 15 de abril de 2017

PONTO CEGO: O QUE HÁ DE ERRADO EM SE GANHAR CEDO?






















Fronteira Around e Jolie Mabi

Nunca tive pelas provas de dois anos, o mesmo respeito que tenho no Brasil, pelas quatro principais provas de grupo em 2,400 metros. O turfe brasileiro foi montado e se desenvolveu neste sentido.  Temos um modelo e porque não dizer um perfil aptitudinal.  Este perfil nos faz crer que o cavalo da milha e meia é aquele que tem mais classe. Errado? Certo? Em cada cabeça uma sentença. Mas ano passado vibrei com as corridas de um por mim selecionado, English Major e seu championship. E tudo mudou. Pelo menos em minha cabeça.

Para vocês terem uma idéia eu e o Antonio Claudio Assumpção criamos, - sem querer  - a maior égua da história das pencas, dito por aqueles que entendem esta forma de corridas. Cat's Night, também conhecida pela alcunha de Preta do Mangueirão. E não virei um penqueiro. Muito menos ele. Mas passei a respeitar mais a atividade e quando, anos depois, coividado que fui pelo Dr. Adriano a dar uma palestra em Carazinho, confesso que extasiei-me com o que vi. Um sistema organizado, cavalos lindíssimos e muita coisa que os promotores de corridas de nossos principais dois hipódromos oficiais, poderiam aprender, se tivessem a humildade para tal.



Será que vibrarei este fim de semana com Fronteira Around e Grand Cru, dois elementos por nós selecionados? Espero que sim. E o que dizer de Jolie Mabi, que adquiri sua avó?  Muito me envaidece. Afinal, ter três elementos incritos, entre os dez que irão disputar as duas provas de grupo da geração  de 2014, este fim de semana, me parece algo significativo. Na verdade estamos falando de 30% e neste mercado 30% é percentual para ninguém colocar defeito.

Pelo menos um dos três pode não ganhar. Mas se os outros dois ganharem, passam a ser 100% e aí eu pergunto? Quem refuta 100%? A exceção do senhor LuiZ, acredito que ninguém.

O que eu quero dizer é simples. A gente gosta daquilo que nos apetece. Quando você seleciona algo, e vê este algo disputando alguma liderança, seja ela qual for, isto massageia com seu ego. Enobrece seu trabalho. Seja o Grande Prêmio Brasil, seja o Adayr Eiras de Araujo, ganhar é sempre bom para burro! Só menospreza isto, quem não ganha...

Num turfe deficitário como o brasileiro, precocidade se tornou importante. Nos Estados Unidos, precocidade é importante porque existem provas milionárias e muita gente interessada na aquisição de um elemento que possa representa-lo no Kentucky Derby. E porque no Brasil, se tornou importante? Porque na verdade, parte do resarcimento do investimento, possa vir mais rápido. E quem sabe, uma exportação prematura? Na Europa, esta precocidade não parece ser explorada convenientemente. Basta se notar o número exiguo de provas, disputadas na Inglaterra e na França, aqui já publicadas.

Seleciono cavalos que na minha opinião podem ser clásscos da milha para cima. mas quando um cavalo é diferenciado, ele na maioria das vezes, se mostra antes da hora que você espera. Zenabre ganhou de Egoísmo em um maiden para 2 anos. O primeiro ganhou dois Brasis e o segundo o Cruzeiro do Sul. É um sonho? Concordo que sim. Mas uma coisa aprendi: matungo não ganha em idade e distâcia alguma, logo o que seria errado de um cavalo que voce acredita que vai correr o derby, triunfar numa prova de 2 anos? Não vejo problema algum. Aliás, vejo até vantagens...