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sábado, 20 de maio de 2017

PONTO CEGO: UMA EXPLICAÇÃO QUE SE TORNA NECESSÁRIA.

A JBS se tornou a maior empresa em sua área de ação no Brasil, - e quiça do mundo - somente a partir de 2004. Logo, nos governos Lula e Dilma. Cresceu quase 40 vezes em seu potencial financeiro. Isto não pode ser considerado uma coincidência. Isto apenas sugere, que o BNDS, mãe da corrupção - o pai é a Petrobras - vai se tornar o maior escandalo da face da terra, pois seus tentáculos tem desdobramentos internacionais do tipo Cuba, Venezuela, Bolivia, Haiti e países africanos. Logo, o que se viu até aqui, em termos de corrupção e escandalos, foram coisas pequenas. Troco de bolso. Assim, penso.

Por sua vez, o rei da holanda, confessou esta semana, que vive um vida dupla. Duas vezes por mês, co-pilota aviões da KLM. Enquanto isto Lula que vive uma vida quintupla o sextupla, - a cada dia é reu em uma nova acusação de corrupção - em nenhuma destas "vidas", trabalha. Apenas continua se achando a alma mais pura do Brasil.

Estou muito perto de completar 40 anos de casamento. Acredito que a longevilidade do mesmo, prova que dificilmente agora, aos 67 anos de idade, irei mudar de idéia. Minha esposa, Cristina, é pernambucana. E como tal altamente dura de se convencer. É pequena e incisiva, como o bisturi de um médico. E há 40 anos, pois, tivemos dois anos de convivio, anterior ao casamento, ela diz que me intitulo com o direito "divino" de falar a vontade sobre qualquer assunto. Da fraudulência popular, ao espirro monarquico, passando pela estupidez humana, ciênte que este é o mais frondoso assunto dos séculos XX e XXI,

Pois é, com quase quarenta anos de casamento, ou você embucha a acusação e aceita o fato de ser um cabeça dura, tipico daquele que depois de assumir uma idéia na cabeça, não há quem consiga o demover de expo-la publicamente, doa a quem doer, ou simplemente não faz ouvido de mercador, e tenta se policiar e mudar a sua atitude. Confesso que ainda opto pela primeira opção.

Devia ter seguido a profissão de jornalismo, mas fiz arquitetura. Talvez se isto tivesse sido feito, escreveria com maior veemencia e menos erros de portugês, embora não entenderia nada a respeito de proporções e harmonia, que tanto me ajudam na seleção de cavalos de corrida. Paciência, não tenho inteligência suficiente de ter vários cursos universitários.

Li muito, não só literatura brasileira, que hoje é meu principal foco, mas pouca coisa de Flaubert, Balzac, Fotzgerald, Stendhal, Tostoy, Hemingay. Faulkner, Shaw, Mann e até Mecken. Pois é elevar Mecken a este nivel, me parece estrambólico. mas não é. Muito do que escrevo tem origem em Mecken e evidentemente influenciado po Nelson Rodrigeus, Paulo Francis e outros. Aliás descobri Mecken no fim dos anos 80, com um artigo de Paulo Francis, que o endeusava. E o simples moyico de Francis não falar mal, já é o indicio de divinidade. Adquiri o Livro dos Insultos, por Francis indicado li em menos de 48 horas. Um dia falarei com mais vagar sobre isto, por hora, apenas afirmo que quem não leu este livro, nunca saberá a respeito de uma verdadeira critica.

Escrevo desde os anos 70 iniciando na saudosa Turfe e Fomento e dando os meus primeiros passos numa revista revolucionaria chamada Hippus. Porém a partir do fim dos anos 80, é que fui me imbuindo no espirito critico e abandonando em parte com o estilo de apenas observador do que acontecia no mercado, Acho importantíssimo saber descrever uma corrida e defender uma tese. Mas creio que a critica pode ser mais eficaz se o seu compromentimento for com a melhoria do mercado, sendo este na verdade o alvo principal.

O que quero com este texto? Apenas defender a tese que uma coisa é ser polêmico. Outra de ter senso critico e defender as suas teses com unhas e dentes, mas sempre aberto a possibilidade de estar errado.