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terça-feira, 6 de junho de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: O PATAMAR DA NOBILIDADE

A gente aprende em qualquer lugar. Seja na Igreja, em casa, ou mesmo na televisão. E no último caso, em programas que nada tem a ver com sua atividade principal. Muitos anos atrás, eu ainda morava no Brasil, assisti ao maior poeta do futebol brasileiro, Armando Nogueira, soltar uma frase que me marcou pelo resto de minha vida profissional de produtor de papyros. Ele disse na oportunidade, em defesa que alguém que havia sido criticado com ironia, por um dos presentes a mesa de discução: você pode criticar sem ofender e elogiar sem bajular.

Sempre tive Armando Nogieira, com um dos maiores nomes da imprensa escrita esportiva. Ele por um lado e Nelson Rodrigues pelo outro, mexiam com a minha sencibilidade. Um botafoguense e um tricolor, idolo de um rubro-negro, que queria achar seu lugar na imprensa turfistica. Uma imprensa que praticamente se extinguiu. Ou pelo menos nos veiculos que escrevia: Hippus, Tuf e Fomento e Coruja.

Nunca quiz ofender a ninguém e se um dia o fiz, ou foi por auto defesa, ou sem querer, pois, não acredito que falar mal de um reprodutor ou cavalo de corrida, possa ter como objetivo, atingir ao dono do mesmo. Sempre disse, e repito, se você não gosta de alguém, xingue, ignore, critique, mas não fale mal de seu cavalo, pois, este cavalo poderá o desmentir em pista. E quando um comentário seu. é provado estar errado, ao clamor da pista, de a mão a palmatória. Não há desdouro em errar, se no caso não seja uma ação constante. Se o for, você está na atividade errada, Aprnda, você sempre vai errar em algo. Mas o que lhe dá a confiança, de emitir sua opinião, e não ficar encima do muro, é a certeza que vai acertar muito mais vezes. E então passa a ser aquela certeza em seu conhecimento e em sua imaginação.

Gostar de Pretty Polly, é uma obrigação. Em mais de um século, ela provou ser ano a ano, uma transmissora de boas qualidades, através de suas filha, netas e descendentes destas. Nunca houve, que eu me lembre, de Pretty Polly e suas descendência, tenha apresentado um resultado pifio. Eu amo, Pretty Polly, mas confesso, que sou um ser voluvel, que igualmente amo outras familias, de forma semelhante. Por que digo isto? lembro-me quando ainda engatinhando em minha profissão, um profissional famoso, ia aos leilões com apenas um objetivo; adquirir descendentes de Pretty Polly, independentemente do número de patas que pudesse ter. Sou daqueles que acham que Pretty Polly não se adquire. Se coleciona. Mas qualquer colecionador de gabarito, sabe entre todos, quais são aqueles itens de Pretty Polly que devem ser colecionados. E se for criterioso, estará certo em 20 a 25% e assim obterá o sucesso no patamar desejado.

Falei da importância de se filtrar seus universos de pesquisa. Quando penso em um cavalo de ganhar o Brasil, penso em milha e meia e grama. E assim faço aquela lista de provas que considero importantes - por serem de graduação máxima - no hemisfério norte, que foi descrita anteriormente neste blog. Com a disputa este fim de semana da Coronation, do Oaks e do Derby, chegamos a 1499 disputas, dentro do período por mim proposto. E creio que por experiência pessoal, o percentual de 12% determine a existência de uma nobilidade.

Vocês sabem, quantas familias, produzem em média, ganhadores de grupo, por ano no mundo, nestas últimas décadas? Entre 150 a 160 segmentos. Ai quando você filtra para a milha e meia, e na grama, este número de familias que habitam este patamat de nobilidade, hoje está na casa dos 14? Isto tendo como base, os resultados obtidos até este fim de semana. Isto é menos de 10% do quadro geral de familias, que dão certo na produção de ganhadores de grupo.

O introito se tornou grande demais. Fururamente apresentaremos os resultados daquela, que foi a familia até aqui, que mais individuais ganhadores de grupo, produziu.