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segunda-feira, 3 de julho de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: SENSAÇÕES

Falei de sensações. E me veio a mente uma das maiores sensações a que fui acometido. A de 15 de dezembro de 1963, local Maracanã, final do campeonato carioca entre Flamengo e Fluminense, A multidão foi de quase 178.000 pessoas e o empate favorecia o Flamengo. Outrossim, a sensação maior aconteceu a minutos do final, quando o ponta esquerda do Fluminense,  um cara destrambelhado conhecido como Escurinho, frente a frente com o arqueiro rubro-negro, tentou encobri-lo. Felizmente não conseguiu e o Flamengo foi campeão. 

Outra sensação grande em minha vida, foi quando na entrada da reta de Ascot, vi Hard Buck assumir a ponta e Gary Stevens olhar para trás. Eu sabia, que havia muita gasolina ainda no tanque e a reação de Stevens, apenas me confirmou a chance que tinhamos. Por segundos achei que ganharia o King George VI. O coração veio a boca, e eu talvez esteja vivo hoje, pelo simples fato de Doyen ter passado de viagem no meio da reta. Se o mata encima, como vi Cara Rafaela perder a Breeders Cup Juvenille, talvez não tivesse resistido a amarga sensação.

Desta forma torna-se licito se afirmar que existem dois tipos de sensação para mim, entre os enumeros que devem existir, que mais o sencibilizam. As boas e as ruins.

Eu tenho uma sensação ruim com aquele tipo de pessoa que ao ser perguntado, responde com outra pergunta, encobrindo assim aquilo que alguém quer saber e diminuindo o poder de fogo, de seu interlocutor. Logo, não dou muita bola quando encontro um Malluf da vida. Mas de uma coisa tenho certeza absoluta e aqui já disse em mais de uma oportunidade. Fica dificil se comparar sensações. Elas fazem parte da vida de cada um e do momento em que é processada. Compara-las, me parece perda de tempo.

Um destes "argumentistas" que respondeu a uma minha pergunta com outra, frisou que hoje ganhar na França estava fácil, já que os campos formados para as provas de grupo estavam cada vez  formado com menor número de pretendentes. E eu que não tenho o hábito de responder uma pergunta com outra, simplesmente respondi: respeito. Sim, isto mesmo respeito. O proprietario internacional, principalmente aquele que milita no eixo França-Inglaterra/Irlanda, preza pela campanha de seu animal. Primeiro tem consciência que cada corrida é uma a menos na vida útil de seu cavalo. Segundo, respeita aquele que considera superior a seu cavalo e como inscrições são caras, ninguém vai a uma guerra de metralhadoras, apenas com um estilingue. E terceira, respeita o espetaculo em si, inde apenas os preparados deveriam comparecer.

O Brasil, é ainda um dos poucos paises que proprietario gosta de mostrar a sua farda. Não importa o valor do added, o da inscrição e que aquela será, certamente, uma corrida a menos na vida de seu cavalo. Ele quer, e como a grande maioria de nossos treinadores gostam de estar nestas carreiras, uni-se o útero ao agradável. Vejam o número de adversários que Bal a Bali teve que suplantar no Brasil e quantos ele enfrenta atualmente na California. O grande jóckey brasileiro, tem que ter duas preocupações: primeiro dar a seu pupilo o pace exato de forma que ela possa finalizar a contendo. E segundo saber que a sua frente muitos irçao parar de estalo. O tráfego ainda decide corridas no turfe brasileiro.

Devaneios quixotescos? Cervantes talvez tenha escrito o maior livro entre os muitos que já li, principalmente no tocante a forma de agir e pensar de um ser humano. Vestindo sua uktrapassada armadura, montando num pangaré que atendia pela alcunha de Roscinante, apaixonado por uma camponesa, ele resolvey enfrentar os desafios do mundo, imaginando que moinhos fossem dragões. Recentemente Guido Mantega e Antonio Palozzi, tentaram fazer o mesmo com a economia brasileira. Poucas imagens ilustram tão bem os limites fisicos e os devaneios ilimitados de um ser humano, como Cervantes fez ao descrever a figura de Don Quixote. O cavaleiro, que na verdade era a exemplificação de uma triste figura, empunhava a sua lança, a procura do desafio e da glória, sem a minima noção de onde se metia e com quem se metia. Tipica do turfe brasileiro. E por isto em grandes carreiras, numerosas, pois, estão cheias de animais que não deviam ali estar, a grande maioria termina a prova no ritmo de Roscinante e nenhuma Dulcineia é conquistada.

Turfe não é uma atividade social. Desculpe, mas turfe é uma tividade como outra qualquer. O social está no envolta. Muitos se aproveitam de sua projeção e enquanto nos Estados Hnidos você passa a ser o proprietario de Seattle Slew, no Brasil o cavalo, é que é de propriedade do FULANO DE TAL E porque?  Pois é, um mercado nos Estados Unidos, na Europa, no Japão e na Australia.  Ninguém, em sã consciencia, aspira se utilizar do mercado como ascenção social. Ou o trampolim para se tornar noticia. O social vem de reboque. Infelizmente no Brasil, a coisa vem de forma inédita. Na contra mão. É o social que move a atividade.