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quarta-feira, 5 de julho de 2017

PAPO DE BOTEQUIM: UM MOMENTO DE ALEGRIA

Acteon Man

Muitas vezes sou criticado por defender projetos, em um turfe, que não apresenta um minimo de organização. Desculpem, aos que assim não comcordam, mas o aleatório domina a maioria das ações tanto no breeding-shed como na pista. Fala-se até em sorte e creiam-me quando numa ação competitiva como a das corridas de cavalo, passa a ser dependente da sorte é o inicio do fim.

Mas por outro lado, quando você raciocina dentro de uma confusão. imediatamente, suas chances de sobrevivências são grandes e ai entra a chamada sorte, como elemento complementar. Mas apenas complementar...

Entre as grandes éguas que aportaram no Brasil, Clare Gardens, foi uma das que mais me cativou. Imaginem um filha do Dual derby winner Shirley Heights, numa mãe pelo Preakness e Belmont Stakes winner Little Current, numa filha do Preakness winner Tom Rofe na chefe de raça Key Bridge. Imbreed no transmissor de stamina Princequillo, eu sempre achei que a grande força de Acteon Man estava em sua mãe e no número de chefes de raça existente em seu pedigree. Além daquele gosto que demonstrava em correr.

Abro um parenteses para justificar um conceito que tenho. Existem entre os grandes cavalos que vi correr, três grupos. Aqueles que gostam de correr. Como Acteon Man, vi outros do naipe Clackson que gostam do que fazem, assumem a vanguarda e só param quando sofreados depois do disco. Nem sempre ganham, mas dão tudo de si. E o fazem, por gostar do que fazem. Outros cavalos como Derek e Hard Buck, gostam mais do duelo do que propriamente correr. Eles apreciam a luta, do olho no olho. Quando na frente, chegam a esperar por seus adversários pelo amor ao desafio da luta. Existem os estritamente profissionais como Much Better, Bal a Bali e Itajara, que decidem a carreira com frieza a hora que seu joquei determinar. Fecho parenteses.

Quando assumi a responsabilidade de selecionar éguas para Acteon Man, fixei-me em trazer aquelas que pudessem duplicar com os chefes de raça existentes em seu pedigree. E evidentemente que Key Bridge, foi um deles. E ai apareceram Gladiador Acteon e Huber, e haverão outros por vir. Quando vi um cavalo como Momento de Alegria correr, com as mesmas caracteristicas de assumir desde cedo a vanguarda e correr até a exaustão de suas patas, senti uma possibilidade ainda maior. Afinal ele descendia de Clare Gardens, com um agravante para o lado positivo da coisa. Seu avô materno era Singspiel




Clare Gardens veio a ser coberta por Legal Case (três vezes), Quintus Ferus, Ojotabe, Be My Chief, Fort de France, Romarin e Redattore. Reparem que a exceção dos dois últimos reprodutores, nenhum dos  cavalos usados, obteve sucesso. Porque não houve um Ghadeer, um Clackson, um Executioner, um Earldom, um Locris, um Henri le Baladre ou um Tumble Lark, em sua vida? Juro que não sei como explicar. Aliás quem poderia?

O fato de Alegre Lady (Legal Case) passar a pertencer a uma sociedade entre o haras São Quirino e a Darley, propiciou o aparecimento da mãe de Momento de Alegria, Hora da Alegria, por Singspiel. A inserção de uma genética produtiva,  altamente produtiva numa linha materna fertil, normalmente é tiro e queda. E o fato se deu, uma geração à frente.

Usar Momento de Alegria com as filhas de Acteon Man, como as duas éguas acima citadas, é um projeto. O que me permite afirmar, que mesmo dentro de um caos, sempre existirá alguém que pode raciocinar. Vai dar certo? Não sei. Mas acredito que sim, pois geneticamente as estruturas dos filhos de Momento de Alegria, com as filhas de Acteon Man serão, no minimo, arrebatadoras. O fato de Momento de Alegria, ter a velocidade que a descendência de Acteon Man precisa, para distâncias menores, é outro detalhe que acredito que possa contribuir para o exito do projeto.

A verdade é que Momento de Alegria corria muito. Do quilômetro a milha demonstrou uma vontade de correr e acima de tudo uma facuilidade de vencer, estraordinárias. O que mais me impressionou nele, além do fisico, do pedigree e da forma como ganhou suas 10 carreiras? Não deixava ninguém participar na foto.  O que teria sido ele? Um sprinter, um flyer, um milheiro? Creio que a combinação destas três categorias, fizeram dele, um agente letal.





Volto a repetir. No turfe não existem garantias. A coisa pode dar ou não certo. mas pelo pouco conheço de nossa história, sei que numa terra de cego, possuir pelo menos, apenas um olho, coroua-se, O cruzmaneto entre Momento de Alegria e as filhas de Acteon Man, embalam minha imaginação. E mais ainda, Momento de Alegria, independente do tipo de égua que irá receber, poderá tranquilamente ser um melhorador, pois, onde houver velocidade e classe, num fisico perfeito e um pedigree acima da média, existirá umaa grande chance de sucesso. Esta é uma lei que até aqui, o turfe brasileiro se mostra incapaz de contrariar.

A palavra está agora com o senhor LuiZ...