Dando sequência a linha de raciocinio apresentada ontem, em meu ponto cego, quero deixar mais uma vez claro, que primeiramente não sou portador de toda as respostas. Gostaria de ser, porém não o sou nem acredito que serei. E segundo que mesmo as respostas que tenho podem não ser as mais adequadas ou mesmos certas. São apnas minhas, poduto de minhas deduções e experiências.
O turfe precisa de novas forças. Venham elas de onde vierem. Gente que entre e de alguma forma contribua com seu investimento ou trabalho. Somos uma pequena embarcação em rio de águas não muito placidas, que não pode se dar ao luxo de perder um remador sequer. Todos são benvindos. Cometa este a falta que tenha cometido, Dopando um cavalo, alterando o perfil técnico de uma corrida, ficando inadimplente por um certo período ou outras coisas que possam fazer com que momentaneamente sua conduta possa ser vista como não condizente om o status quo. Para isto existem penalidades e advertências, que quando cumpridas ou obedecidas, devem ser imediaamente zeradas.
Cada um sabe aonde doi o seu calo e todos, acredito eu, tem um interesse comum: chegar a Roma. Assim sendo, as perguntas a mim dirigidas e as suposições trazidas a tona por A, B e C, tem origens distintas, mas de forma alguma representam - em várias oportunidades - minha linha de pensamento.
Uma das que mais ouvi, este dias que pelo Rio de Janeiro, onde ainda perambulo, é o porque entre as principais carreiras disputadas este fim de semana na Gávea, em sua grande maioria foran decididas por cavalos que atropelaram por fora, E minha resposta é simples: cerca móvel.
A louvável tentativa de prezervar o melhor terreno, em muitas oportunidades trai seus reais objetivos. Tanto isto é verdade, que a parte da pista que foi mais castigada antes das grandes disputas foi o caminho preferido daqueles que ganharam. Quando se prezerva demais um setor da pista, as vezes isto o possa tornar fofo e não condizente com as necessidades para a disputa. A cerca móvel, se usada com exagero, pode tornar certa parte do terreno um belo jardim, com excelente visual. até lindissimo de se ver, porém inadequado para a pratica para a qual ele se propoe. Isto pode ter tranquilamente ter contrinuído para o que foi visto este fim de semana, seja explicado. Mas vamos a segunda indagação.
O leilão virtual de oferta total do Beverly Hills, representa apenas a obrigação de apresentação de todo o seu plantel. Não propriamente a necessidade de se vender tudo que é apresentado. Isto na realidade só pode ser exigido se a intenção estiver estampada na capa do catalogo, com os dizeres, venda total do plantel. Venda total - antigamente vista como liquidação - é uma coisa. Oferta total é outra. Na primeira deverá haver um compromisso de se vender tudo. Na segunda de só se vender se os objetivos de cada lote forem atingidos dentro do prisma proposto por aquele se propos a fazê-lo. Logo, não há de se ter indignação se os principais lotes não tenham tido atendidas as exigências e conveniêmcias daquele que os oferece e foram impossiveis de serem comprados. Sei que é frustante se tentar e não se conseguir realizar sua compra, num preço que para muitos atingiu cifras irreais, ou melhor falando, não condizentes com a situação atual em que se encontra nossa economia e nosso turfe.
Houveram esfoços de muitos investidores e ficou claro que certos lotes estavam muito dificeis de serem alcançados. Se alguns deles vieram a ser adquiidos por apenas um comprador, cada um deve chegar a conclusão que se quizer. Reserva não atendida ou vontade grande de se obter a peça.
O que me deixa alegre, é o interesse de um bom número de investidores que compareceram e lançaram nesta venda do Beverly Hills. Porque? Porque, revela que mesmo nas condições em que estamos obrigados a viver em nosso turfe, ainda há gente que acredita e investe. E num setor de pouco lucros, como a criação. Se preços exorbitantes não foram atingidos, ou se atingidos por apenas um investidor, simplesmente corrobora o fato que ainda existe gente que acredita e tenta,
Existe uma música do Barry Menelow que aplaude os outros 99. Ela versa na tentativa de lembrar que para cada uma vaga em um show da Broadway, existem 100 postulantes e que os 99 que irão sobrar merecem o credito e o respeito principalmente daquele que conseguiu, pois, tornou dura e dificil a façanha de consegui-lo. Eu aplaudo a todos que tentaram. Mesmo os que foram os lances vencidos, pois, eles tiveram a iniciativa de pelo menos tentar. Podem não ter alcançado seus objetivos, mas chegaram perto de consegui-lo e deram uma demonstração, que nosso turfe é viável.
Não sei se foi ou não foi o que aconteceu. Não compete a mim, tentar advinhar. E se houveram reservas não atingidas, e os preços extrapolaram as mais otimistas expectativas, melhor para quem vendeu, pois, se assim o foi, tramou uma estratégia que trouxe resultantes brilhantes, pois, ficou com o que quiz e ainda por cima teóricamente valorizou a aquilo que estava propenso a vender.
Outra pergunta que me foi fomulada em mais de uma oportunidade, é o que achei das recentes exortações de dois de nossos craques, para o hemisfério norte. Penso que Galope Americano provavelmente o melhor potro de São Paulo e Flight Time, certamente o melhor do Rio de Janeiro, tiveram o destino que mereciam. Não sei dos preços. Se foram bem vendidos ou não. O que interessa, é que preencheram o interesse de quem os tinha, criando ou adquiindo quando ainda inéditos. Para mim, cada cavalo que se vai, é uma esperança que se acende. Uma janela que pode ser aberta.
Não interessa que eu possa ter coloborado na seleção de algum. Esta é a minha obrigação. Qualquer cavalo que vai, merece a minha torcida, pois, se nesta empreitada tivermos outro Pico Central, Siphon, Sandpit ou outros das dezenas que conseguimos exportar e tiveram êxito, mais um degráu teremos subido nesta dificil escada que nos leva a outros patamares, Torço para que tanto Galope Americano como Flight Time, tenham saciado os interesses de seus antigos donos, pois, ve-los tentando de forma patente adquirir éguas no Beverly Hill, apenas detona que o dinheiro entrado, vai ser reinvestido onde mais nos interessa, na atividade. A estes que assim o fizeram, tiro o meu chapéu.
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