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sexta-feira, 1 de junho de 2018

PAPO DE BOTEQUIM. E O PLANO TEM QUE CONTINUAR

O Brasil, acabou de viver um de seus piores momentos de sua história moderna, com a greve orquestrada dos caminhoneiros. Ela simplesmente parou o pais em mais de uma semana e creio deixou sequelas irreparáveis. Esta greve como disse parou o pais, coisa que o PT, a Gleisi, o Lindinho, o Stabile e o Boulos ousaram pensar, mas não conseguiram. Outrossim, o que me preocupa são as pessoas  - se bem que uma minoria - que acreditam que a solução destes problemas, está exatamente nas mãos e pode ser resolvida por quem verdadeiramente as criou em 13 anos de péssima gerência do Estado. Aliás, não é a toa que os norte-americanos baniram o número 13, comercialmente, como regra geral, e nós ainda acreditamos no salvador da pátria, para a solução de nossos problemas.

Há de se compreender que entendemos de crise, mas não como os norte-americanos durante a depressão, dos japoneses, depois de Hiroshima e Nagasaki, de alguns países da Europa após a II Guerra Mundial, e grande parte da África que vive sua crise eterna. Temos sorte, e não sabemos, mas pagamos, como todos, por nossos pecados. E, diga-se de passagem, que os cometemos a granel, como a eleição de gente que assumiu o poder com o único propósito de o manter para vantagens próprias, ao custo que isto viesse a custar aos cofres publicos. Somos o pais de maiores taxas e pioes serviços, mas com o Flamengo na ponta da tabela do campeonato brasileiro, com o carnaval mantido e sem aumentar a cerveja, tem gente que acredita que tudo vai bem. Imagina que se o Brasil ganha a Copa. esta atual crise será imediatamente esquecida.

E dentro desta crise, temos que ainda encontrar fómulas que mantenham nosso turfe vivo, e que se não em desenvolvimento, que se estanque, pelo menos a queda, até que dias melhoes venham por ai e possamos repirar mais aliviados.

Não sou o dono da verdade. Todavia tenho opinião e sou um dos poucos que as publico diariamente. Sei que muitos tem opinião. e acredito que algumas melhores que as minhas, mas guarda-las para si, neste momento presente, atrapalha mais do que ajuda. Temos que extravasar o que pensamos e tanto no efusivo aceite como na na critica modaz, fortificar nossas convicções ou muda-las.

Falo do Brasil, pois, ele foi o pais que me formou. E penso que nosso conceitos de honestidade e honradez, que transmitimos a geração seguinte, foram inferiores aos que recebemos de nossos pais. E dos nossos filhos aos seus, piores ainda, pois, o mundo cresceu, se desenvolveu e a luta pela sobrevivência se tornou intensa, mais dura e disputada. O vamos levar a vantagem em tudo, prevaleceu. Pegou moda. Passou ser cool ser esperto. E a internet está aí bombando fake news e afirmações tolas e irreponsáveis. Honestidade passou a ser coisa de babaca. marginal é que sabe das coisas. E o queremos o poder a qualquer preço, solidicifou-se nas camadas emergentes. Algumas vindas do nada. Deu no que deu.

O mundo é formado sempre por cinco gerações. A das crianças, a dos adolescentes, a dos jovens, a dos maduros e aqueles que amadureceram a tempo e alguns até que já apodreceram. Cinco gerações e quando uma se vai, outra vem.

Posso afirmar, por estudar com afinco o passado, que no turfe aconteceu a mesmíssima coisa. Nossos conceitos do que possa ser um bom cavalo de corrida decairam e vem decaindo de década para década. Analisem os pedigrees em suas cinco gerações e creio que coincidirão com a minha linha de raciocinio. Nossa genética se tornou mais frágil e fomos incapazes de desenvolver uma raça própria, como os australianos fizeram, assim como japoneses e até sul-africanos.

Vizinhos a nós a Argentina também desenvolveu raças próprias, porém o modismo os fez a abandonar e partir para o fashionable. O que a principio podia se entender, se houvesse um raciocinio de curta duração.  pois, lá o mercado de consumo interno é bem mais forte que o do mercado brasileiro. Mas foi a mediada certa? Acho que não. Vide suas exportações cada vez menos expessivas. Antes a Argentina exportava por ano um cavalo que fazia diferença no mercado norte-americano. Hoje este número caiu para um por década. O mesmo aconteceu com o Brasil, guardadas as devidas proporções.

Está certo que a genética Argentina no inicio do século passado, era infinitamente superior a nossa. Mas no segundo semestre deste mesmo século, as diferenças diminuiram e por um certo período a de se levar em conta que quase se igualaram. Pois, bem, a diferença voltou a aumentar, e muito. Nossa politica de trazer o excepcional em pista mas fracassado no breeding-shed, cedeu bastante terreno a o politica deles de trazer o inédito que foi médio em pista, mas de genética atuante.

Nesta nova politica de importações, como tudo na vida, ganha-se de um lado e perde-se do outro, quando o dinheio disponível está contado. Eles perderam stamina e nós, velocidade. Não a velocidade do dia a dia, mas sim aquela capaz de se transformar atravês da distância e nos levar a voôs maiores. Estaremos produzindo, cavalos com as caracteristicas de  Siphon, Pico Central, Einstein de chegar lá e chutar o balde?

E não satisfeitos, adotamos agora a politica de trazer os Neros e Caligulas da vida. Os de fraca campanha, ou os sem campanha, adornados de pedras falsas, como as fantasias das escolas de samba, que vistas de longe agradam, mas de perto aterrorizam. Evidente que se todos adotarem a mesma politica, alguém irá prevalescer. Mas isto não o fará um garanhão de ponta ou um semental capaz de aumentar o poderio locomotor de nossos produtos. Istp o fará o menos pior, na terra do alguém tem que ganhar. E o que caacterizo, como o inicio do fim.

Amigos, inimigos e neutros, somos fomados por empreendedores da mais alta extirpe. Todos eles sabem que para melhorar qualquer mercado há necassidade de conhecimento, imaginação e na situação atual, injeção forte de capital. Ou estaremos eternamente alijados a âmbitos internacionais. E. desculpem, mas para quem já esteve lá, como estivemos, é duro ver a coisa regridir como está regridindo.