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HARAS ERALDO PALMERINI a casa de Lionel the Best (foto de Paula Bezerra Jr), Jet Lag, Estupenda de Mais, Hotaru, etc...

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HARAS CIFRA - HALSTON POR MARILIA LEMOS

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HARAS RIO IGUASSU A PROCURA DA VELOCIDADE CLÁSSICA - Foto de Karol Loureiro

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HARAS SÃO PEDRO DO ALTO - Qualidade ao invés de Quantidade

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JOCKEY CLUB BRASILEIRO

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sábado, 2 de junho de 2018

PONTO CEGO: E O GRANDE BRASIL VEM POR AI.


O turfe tem a sua história. Ela se repete. E por desconhecimento dela, erros voltam a se cometidos. Outrossim, os inteligentes aprendem com seus próprios erros. Afinal ninguém aprende a andar sem ter caido antes. Mas os ignorantes os voltam a cometer e acusam a sorte de não os ajudar. Todavia entre acertos e erros, a fidelidade se mantém devido ao amor que você tenha pela atividade.

Sabe qual é uma das cenas da realidade que mais me marcam? É aquele marcha, dos proprietários e profissionais com os cavalos que irão correr o Kentucky derby de seus barns de origem, para o paddock nos minutos que antecedem a grande disputa. Muitas das vezes ela se dá embaixo de um temporal, ou mesmo com um dirt alagado sob seus pés. E não há ninguém, independentemente de sexo,  e da qualidade do calçado, que não afunde seu pé com prazer naquela lama, para participar daquela marcha. Todos ali sabem, que poucos deles voltarão a repetir a aquele ato. Logo aproveitam aqueles 20 minutos para sentir o momento.

Isto aconteceria no Brasil? Imaginem  cena com uma pungente socialité, abandonando seu camarote, sendo obrigada a descer as escadas, enfurnando os saltos sete de seus Louboutins, Pradas e Ferragamos em uma grama encharcada, para receber seu cavalo após uma consagradora vitória. Não vi até aqui com fequência, e se existiu com maior volume, confesso que não chamou a minha atenção.

E da mesma forma que a granfina de narinas cadavéricas de Nelson Rodrigues, que quando adentrou pela primeira vez no Maracanã, perguntou, quem era a bola, a nossa socialité, será capaz de perguntar quem é o cavalo?

O Grande Prêmio já teve estas audiências quando havia mais amor ao turfe que ao próprio futebol. Pedemos esta capacidade de atrair publico. de ser uma festa concorrida. de ser um evento importante dentro de nossa sociedade.




Infelizmente nossos hipódromos enchem - quando enchem - na força do evento social. É a oportunidade de se usar um chapéu, de se usar aquele sapato novo e aquela bolsa chocante. Para os homens, a simples presença sua, já funciona como uma ascenção social. Ai entre a champanha e os aperitivos, existe a corrida. Um ganha, dezenove perdem, e você começa a constatar que cada pessoa que vem a você depois da prova, assitiu a uma corrida diferente. Pessoas passam a ter perspicacia extra-sensorial em assimilar o torrão de outro que atingiu o olho do cavalo que iniciava sua arremetida, a indecisão do jockey que perdeu o momento de fazer a ultrapassagem, ou inadaptabilidade do atleta à pista. Todavia, se fala bem mais de quem perdeu, do que propriamente do ganhador. Ninguém tem a visão de um Nelson Rodrigues, que aquele resultado já estava escrito nas tábuas de Moisés.

Desde os tempos de Caim e Abel, que o ser humano aposta. Naquele tempo talvez em corrida de formigas ou de serpentes. E desde lá a barbada se tornou uma dose ilusão. E esta crensa nesta suposta barbada, que quando não se cristaliza, faz com que uma gama de comentarios tolos, apareçam.

Já assisti a cenas Fellianas depois da disputa de um Grande Prêmio Brasil. Elas, nas maiorias da vezes me divertem. Por isto tento comparecer a todas as disputas, pois imprevizilidade é pândega. Espero apenas antes de morrer, presenciar pelo menos um grande Prêmio Brasil, com publico como nas duas fotografias acima dispostas.

Mas se continuarmos a cometer os mesmos erros, nem fotogafias haveremos de ter num curto espaço de tempo paa conta a final da história.