Tive uma longa troca de idéias telefônica com o Adolpho Smith de Vasconcellos Crippa, versando sobre vários aspectos, e um que ficou bastante claro em poucos segundos de discuções, é que aquele reprodutor com pedigree, mas sem campanha, que nunca deu certo no Brasil em mais de 100 tentativas, não deverá nunca dar. Mesmo, levando-se em consideação, que nossa criação tem decrecido em termos genéticos nestes últimos anos. Não é apenas uma questão de lógica. É também histórica.
Não sou a favor do cavalo com grande campanha e sem pedigree. O Rhiadis da vida. Mas tenho que aceitar ser ele um erro ainda "menos pior". O mercado de pencas brasileiro está cheio deles. Mas eles se sustentam. Lá os criadores procuram aquele que se mostrou em pista dono de alta velocidade, independentemente do pedigree que possam ter. Fisico paa eles é por demais importante. Se for um bom pedigree, melhor. Se não for, paciência.
Todavia tanto eu como o Adolpho - que hoje aloja um reprodutor de origem nacional, jovem que desponta, mas que conta com os tr~es itens básicos. fisico, pedigree e campanha a meu ver de alta valia - o bom corredor brasileiro com uma genética pelo menos honesta deverá ocupar um lugar de maior destaque no cenário criatório brasileiro.
Conversa vai, conversa vem, vemos por exemplo Vettori e Nedawi, dois elementos acima da média, capazes de produzir ganhadoes de importantes provas, jogados as taças. Povavelmente por não seem comerciais. Mas para quem quer "fazer" um cavalo de corrida, já provaram ser capazes. Vettori, que é um dos sementais a serviço da criação basileira que contém em seu pedigree o maior número de chefes de raça, quando anos atrás computei, é uma opção que não deveria ser posta de lado, principalmente onde se encontra agora, um mercado com pouquíssimas opções. Não sei quantas éguas constam hoje no erário paulista. Imaginemos que sejam 400. Não mereceia ele cobrir no mínimo de 10% deste rebanho?
Ele é um avô mateno bem acima da média no hemisfério norte. E o seá aqui, também. Hoje a criação paulista não conta com um plantel de reprodutores que possa chamar a devida atenção. Mas sair da prática de trazer o grandes cavalo de sucesso em pista, genéticamente superior, mas que não veio a luzir com as principais éguas do mercado do hemisfério norte e cair na esparrela de investir no sem campanha ou de campanha ruim em pista, com pedigree moderninho, não nos vai levar a lugar algum. A não ser a um abismo ainda mais profundo.
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