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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

PAPO DE BOTEQUIM: OLHO EM SHANGHAI BOBBY


Shanghai Bobby foi um elemento dotado de velocidade, precocidade e mais nada poderia ser dito a seu repeito quando ainda em campanha. Evidente que ninguém é champion 2yo num tufe competitivo como o norte-americano, sem querer ou por simples obra do acaso. No item precocidade está embutida uma classe primaveril. Mas enquanto no breeding-shed, Uncle Mo colou, ele, até agora, não. Diria que HOJE Shanghai Bobby é um reprodutor riscado - pelo menos a curto prazo - dos planos de criadores comerciais e daqueles com sonhos alentados nos Estados Unidos.

Outrossim,  em sua primeira e única geração brasileira, gerou até aqui a quatro ganhadores de grupo - três no Brasil e um no Uruguai - e o mais importante de tudo: os três do Brasil, na esfera de graduação máxima. Isto não pode ser uma coincidência.

Atentem para o pedigree de Shanghai Bobby. Sua mãe é pelo flyer em pista e reconhecido transmissor de velocidade, Orientate, numa mãe pelo sprinter e igualmente transmissor de velocidade Carson City, numa terceiea mãe pelo sprinter Mighty Appealing. Logo destes ele deve ter herdado seus dotes principais até aqui transmitidos e foi a uma distância mais alentada, por ajuda possivelmente de seu pai.

Abro parênteses. Não sou um expert em pencas, mas tenho a humildade de não só respeita-las como também admira-las. Se existe açguém que realmente entenda do que possa ser velocidade, este alguém são os militantes desta área. E complementando, se alguém tiver duvida sobre o que apresentei até aqui, pergunte a quem milita no mercado de pencas, o que são Orientate e Carson City para eles. E não se surpreendam com a euforia da resposta. Fecho parênteses.

Lamartine demonstrou algo, que seu pai não tinha: aceleração final em prova de milha. E creio que isto seja um fator importante de ser frisado, pois, o forte do turfe brasileiro, é a aceleração final.  Um reprodutor para se consagrar em nossa criação, tem que dotar seus filhos de algo chamado aceleração final. Seja na curta ou na longa. Poucos são aqueles que saem e chegam com sucesso num tem de pique pique, estando o terreno nomal. Principalmente na Gávea.

Fisicamente a geração que examinei nos haras de Bagé de Shanghai Bobby era distinta. Muito uniforme e parecida com ele. Elementos fortes, pesados, mas dotados de expessão. Muito ligados em tudo que acontecia a sua volta. Aqui nos Estados Unidos não me pareceu muito diferente, e o resultado foi bom no tattersall, mas nem tanto na pista. Todavia, acho que fisicamente no Brasil, eles tendem a ter uma vantagem. E estão até aqui provando aqui nas pistas.

Veremos no desenrolar da idade se eles melhorarão, ou como o próprio Shanghai Bobby,  estagnarão em campanha. Só o tempo irá dizer.

Há de se ressaltar que Lamartine é o oitavo ganhador de graduação máxima dos 13 criados pelo Eternamente Rio, nas terras hoje pertencentes ao haras Niju em Bagé, que anteiomente chegaram a ser suas. É um dado que não pode ser relevado, dada a sua importância. Muita gente se dá conta quem é o ciador, mas poucos, onde este criado cria. Como também o fato do Esteves estar com a corda toda.