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domingo, 15 de novembro de 2020

PONTO CEGO: MUITA COISA ESTRANHA NO DERBY PAULISTA

FOTO DE KAROL RUBR0-NEGRA LOUREIRO

Volto a repetir que não tenho interesse em descrever corridas no Brasil, onde pessoas como o Marcel Bacelo, o Marcelo Augusto, o Adolpho Smith de Vasconcelos, o Gil Moss e o José Carlos Fragoso Pires Junior, que lá vivem, possuem mais condições de senti-las do que eu. Mas certas coisas tão estranhas aconteceram no Derby e não me resta outra alternativa do que enuncia-las a procura de respostas.

A começar que ninguém estreia no Ipiranga, larga mal e mesmo tirando terceiro tem suas conexões - que não são grandes - esbravejando, como o mundo tivesse acabado e ainda por cima a seguir ganha o Jockey Club e pode ser visto como uma cavalo qualquer. Mas mesmo assim, desculpem, mas esta conta não fechava. Como não fechava para mim outra conta diametralmente oposta a esta, onde um cavalo que estreou em Outubro na areia do Tarumã na distância de 2,000 metros contra os mais velhos sendo um deles, Royal Forestry, um elemento de extrema classe  - segundo o Adolpho Smith de Vasconcellos -  ao qual concedeu apenas um corpo.  Pagava lá 1,000 por um. E pagaria o mesmo aqui se não fosse seu faixa ser um dos elementos badalados da prova. Afinal era um perdedor, em sua segunda saída e a primeira tentativa na pista de grama. Dá para desenhar?

Agora a duvida persiste: seria que este cavalo é um Mine that Bird, ou poderá ser o cavalo que as pessoas imaginavam Will Myres ser? Vocês não acham que houve muita coisa estranha numa prova de tanta importância como o Derby? Este detalhe que me foi trazido pelo José Carlos Fragoso Pires e que me parece por demais significativo. Nenhum dos seis primeiros colocados era considerado "paulista". Segundo e quarto eram do Rio de Janeiro e os demais do Paraná. Vocês já atentaram para o pai do terceiro colocado? Nada contra. Muito pelo contrário, era até um bom cavalo em pista. Mais você em sã consciência o usaria na reprodução? Não lhe parece uma serie de contingências pelo menos estranhas?

Será que este é o verdadeiro perfil do novo turfe paulistano?